Aivertice ARGOS Rio de Janeiro, Brasil

Segurança do trabalho · NR-12 · NR-11

Sua planta já filma tudo. Ninguém assiste.

O ARGOS lê as câmeras que você já tem, reconhece a zona de perigo da prensa e a faixa da empilhadeira, e avisa no instante em que alguém entra. Com o clipe do que aconteceu antes.

Um incidente, do risco à evidência Esquema técnico, não gravação de cliente
o mesmo relógio da cena acima tempo →
t = 0A pessoa entra na zona
sub-segundoAlerta na tela print + clipe, regra geométrica
segundosParecer automático confere e explica, sem segurar o alerta
minutosJulgamento humano o técnico decide, e o sistema aprende
Pré-roll: 5 s gravados antes do evento Camada determinística, sem IA generativa Camadas que enriquecem, nunca bloqueiam

A regra que não se quebra

Se a IA cair, o alerta continua.

O alerta sobe na tela por regra geométrica, em fração de segundo, e só depois é enriquecido pelo parecer automático. Um sistema de segurança que para de avisar porque o modelo caiu é pior do que não ter sistema. Por isso a ordem é essa, e não se inverte.

Como funciona

Quatro etapas, nesta ordem

01

Lê as câmeras que você já tem

Nenhuma câmera nova, nenhum sensor, nenhuma obra. O ARGOS se conecta ao CFTV pelo mesmo protocolo que o seu gravador já usa. Se a câmera enxerga, ele enxerga.

02

Aprende onde ficam as áreas de risco da sua planta

É o passo que separa um sistema que funciona de um que enche o operador de alarme falso. Uma câmera vê pixels; dois metros ocupam um tamanho quando estão perto e outro quando estão longe.

No comissionamento, calibramos câmera por câmera: onde é o chão, onde ficam as zonas, quais são os limites de cada norma naquele ponto. A partir daí o sistema raciocina em metros.

03

Detecta e avisa em fração de segundo

Alguém entra na zona de perigo da prensa, ou cruza a faixa de circulação da empilhadeira. O alerta sobe com o print do instante e um clipe que começa 5 segundos antes.

O clipe começar antes não é detalhe: quem vê o alerta precisa ver a empilhadeira se aproximando, não só o instante da quase-colisão.

04

Uma segunda inteligência confere antes de acordar alguém

Um modelo analisa o vídeo e responde, em português, se aquilo é mesmo violação ou se foi engano. Depois o seu técnico julga em um toque: é violação, ou falso positivo.

Cada julgamento vira evidência datada de que o risco foi olhado por um humano, e ensina o sistema a errar menos naquela planta. Sistema que não aprende com quem opera fica igual no ano dois.

Antes de assinar

O que o ARGOS não é

Preferimos dizer agora a explicar depois.

Não substitui seu gravador

O ARGOS mantém um buffer operacional para produzir evidência. O arquivo de longo prazo continua sendo o seu VMS.

Não substitui o SESMT

Amplia o alcance de quem já faz o trabalho. Nenhum software responde por segurança do trabalho.

Não faz reconhecimento facial

Não identifica quem é a pessoa. Detecta que há uma pessoa, onde ela está, e o que faz em relação a uma área de risco.

Não vigia produtividade

Indicadores de ergonomia saem agregados por posto, nunca como alerta sobre um indivíduo. É escolha de projeto, e não é negociável.

Não promete pegar tudo

Nenhum sistema pega. A promessa é reduzir exposição, encurtar o tempo entre o risco e a reação, e produzir prova.

Não dá número antes de ver sua planta

Taxa de acerto depende da câmera, do ângulo e da regra. Quem promete percentual sem ter visto o seu chão de fábrica está chutando.

Onde os dados ficam

O vídeo não sai da sua planta

O processamento acontece num servidor dentro da sua rede. Nenhuma imagem vai para nuvem, para fora do país ou para servidor de terceiro. Isso não é só privacidade: é banda, latência e boa parte da conversa de LGPD resolvida por arquitetura em vez de por contrato.

Infraestrutura
Um servidor por site, com placa de vídeo. Sem licença por câmera de terceiros e sem dependência de serviço de nuvem que pode mudar de preço.
LGPD
Retenção definida por política com apagamento automático, desfoque de rosto no relatório exportado, e ergonomia sempre agregada por posto.
Licença de software
Cada componente auditado. Nenhuma biblioteca com licença que contamine o produto ou restrinja o seu uso. Raro num mercado que monta sistema sobre o que não pode distribuir.

Como começa

Piloto fechado, com critério escrito antes

Uma célula crítica, de quatro a oito câmeras, seis semanas. Na primeira fase o sistema apenas observa: registra e mostra, sem acionar nada. Ninguém liga um sistema de segurança novo em modo de acionamento no primeiro dia. Quando os números mostrarem acerto consistente, aí ele passa a agir.

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